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Todos os artigos com argumento drm

Crytek cogita o uso de DRM

publicado por Luigi Olivieri

A Crytek, produtora de Crysis 2, já havia condenado o uso do Online Pass da Electronic Arts em seu jogo, alegando que não há um retorno significativo em cobrar 10 dólares para um segundo dono do game jogar o modo online. Entretanto, provavelmente devido ao vazamento de Crysis 2 no mês passado, ela começou a cogitar o uso de DRM.

Durante uma entrevista, o Produtor Executivo Nathan Camarillo comentou que não tem nada que eles possam fazer, e que a ação de alguns indivíduos trarão essa inconveniência. Ele ainda disse que nem dá para o jogador honesto que comprou o jogo perceber que há uma proteção rodando, e que só no futuro eles decidirão como ela funcionará.

As DRMs são usadas há muito tempo para proteger um game da pirataria, basicamente colocando um sistema que impeça que ele seja instalado ou jogado sem um número de serial ou algo parecido (lembrem-se de The Sims). Mas também há tempos os DRMs só não passam de um passatempo para os hackers mais experientes brincarem de resolver.

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Volition diz não ligar muito para a pirataria

publicado por Luigi Olivieri


Em um mundo cheio de sistemas para proteger jogos da pirataria, como as DRMs usadas pela Ubisoft e outras diversas empresas e também as proteções nos próprios consoles, temos uma desenvolvedora que parece não se importar mesmo com isso. Essa desenvolvedora é a Volition, produtora dos futuros Red Faction: Armageddon e Saints Row: The Third.

Eric Barker, o chefe do estúdio, disse em declaração para a Eurogamer palavras muito sábias, informando que o principal é deixar o jogo bom, depois pensar na eventual pirataria: “Não acho que a pirataria seja a coisa mais importante que nós devemos nos preocupar. Acima de tudo, queremos ter a certeza de que estamos produzindo um jogo que as pessoas gostariam de piratear”.

De certa forma ele está correto, vamos fazer um jogo que as pessoas gostem a ponto de até piratear para consegui-lo. Mas por que essas pessoas estão pirateando ao invés de comprá-lo, se ele é tão bom, é que e a grande questão. Bem que podia ser diferente, mas a pirataria é complexa demais pra só dizer que um jogo bom não cai nas garras dos torrents.

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Duke Nukem Forever se conectará com Steam

publicado por Luigi Olivieri

Com tanto avanço do Steam sobre o PC, era um pouco difícil a 2K e a Gearbox escaparem dele. As duas empresas anunciaram que Duke Nukem Forever usará a Steamworks, estando sempre conectada ao Steam (assim como a maioria dos jogos de PC de hoje).

Segundo as empresas, esse será o único tipo de DRM que o jogo usará, mas essa conectividade traz muitas vantagens, como o multiplayer online, a facilidade na comunicação e a vantagem de “sempre poder instalar o game mesmo se perder o CD”.

Duke Nukem Forever sairá para Xbox 360, PS3 e PC no dia 3 de Maio, se nada acontecer para mudar essa data. Nada foi dito se a versão de PS3 também terá interação com o Steam, como vai acontecer com Portal 2.

Via | VG247

Ubisoft não usará DRM em R.U.S.E. graças ao Steam

publicado por Alexandre


Aquela DRM chata que a Ubisoft está aplicando em seus jogos atuais não será usada em R.U.S.E. Tudo por causa do Steamworks, que será utilizado no jogo ao invés da terrível DRM. Você poderá comprar R.U.S.E. e ativar o jogo no Steam uma vez, e apenas uma “única” vez.

A boa notícia é que o modo single player de R.U.S.E. poderá ser jogado offline por causa disso. Como será necessária uma conexão com a internet para se logar no Steam, a Ubi resolveu deixar dessa forma mesmo.

Precisamos saber agora se a mesma coisa acontecerá com outros jogos da companhia, como Assassin’s Creed II, que foi o mais polemizado desde a introdução do DRM da Ubi, chegando a ter seus servidores hackeados como forma de protesto, e prejudicando o jogo de muitas pessoas que ficaram impossibilitadas de acessar os servidores para autenticar o jogo.

Via | G4TV

Codemasters: A solução para o DRM é vender jogos inacabados

publicado por Alexandre

A questão do DRM nos jogos é bastante polêmica, existem razões para apoiá-lo e para odiá-lo. As produtoras de jogos ficam em uma “sinuca” quando decidem por inserir algum tipo de DRM nos seus jogos, justamente pelo fato de deixar seu público com opiniões divididas (se a maioria não for contra).

Referente a isso, existe uma solução para esse assunto, segundo o CEO da Codemasters, Rod Cousens. Ele acredita que, apesar de não ser uma alternativa incomum, as microtransações em jogos obrigam os jogadores a possuírem cópias originais do jogo e continuar gerando recursos financeiros para a empresa:

“A indústria de videogames tem que aprender a operar de uma maneira diferente. Minha resposta para as produtoras é vender jogos inacabados - e oferecer ao consumidor as microtransações, e ele comprará elementos para uma experiência completa”.

Via | Destructoid

Blizzard afirma: DRM é uma batalha perdida para desenvolvedores

publicado por Alexandre


Parece que os sistemas de DRM que os jogos estão usando, principalmente a Ubisoft, não estão tendo um bom retorno do público, e de até mesmo alguns produtores de jogo. Os esforços de coibir a pirataria em seus jogos são muitos.

Em entrevista ao site VideoGamer, Frank Pearce da Blizzard fala sua opinião a respeito desses sistemas que mais irritam do que agradam. Pearce diz que essa não vai ser a estratégia da Blizzard ao lançar StarCraft II, já que segundo a idéia da empresa, o novo sistema da Battle.net vai fazer com que os jogadores queriam permanecer online em partidas single-player, ao invés de se sentirem obrigados a isso:

“Se nós fizermos nosso trabalho da maneira certa e implementar a Battle.net de uma grande forma, as pessoas vão querer se conectar e permanecer enquanto estiverem jogando campanhas single-player, assim eles poderão ficar conectados com a rede de amigos na Battle.net e ganhar troféus (Achievements) na Battle.net”.

“DRM é uma batalha perdida para nós, perceba que o grupo que quer crackear a DRM está cada vez maior, são maiores que nossas equipes de desenvolvimento. Nós precismos que nossa equipe de desenvolvimento se concentre em conteúdos legais, e não em tecnologia anti-pirataria”.

Via | Joystiq

Lara Croft aparecerá no Steam para evitar pirataria

publicado por Alexandre


O jogo recém anunciado da Lara Croft and the Guardian of Light será lançado no Steam. Até ai tudo bem, mas a produtora Crystal Dynamics tem algo em mente que pode deixar os jogadores furiosos, como tem acontecido com outros jogos. Para o jogo ser lançado no Steam, ele irá usar um sistema de DRM para evitar a pirataria. Karl Stewart da Crystal Dynamics, fala o seguinte a respeito:

“Nós terminamos de implementar a DRM do Steam e nós estamos decidindo se iremos usar canais diferentes de distribuição. Tomb Raider tem um grande histórico, quando você olha para os jogos Tomb Raider do passado e vê quantas vezes eles foram pirateados.

Se eu entro em algum site de BitTorrent e dentro das primeiras 48 horas haveriam cerca de 400 mil downloads, isso é loucura. O maior medo que nós temos é que as pessoas começem a baixá-lo”.

Via | Destructoid

DRM de Alpha Protocol é explicado, sem sustos!

publicado por Camila Chimello

Alpha Protocol

Na segunda semana de Abril a Sega revelou que Alpha Protocol de PC viria com um DRM (ferramenta utilizada pelas empresas para evitar a pirataria), mas até então não havia informações de como esse sistema iria funcionar.

Hoje a Sega explicou como será o sistema que eles chamaram de “Uniloc”, calma, não é nenhum monstro assombroso igual o famoso DRM da Ubisoft, o qual sem acesso a internet = sem jogo. Um FAQ enorme no site da Sega explica como ele funciona, será necessária conexão a internet apenas para ativar o jogo, após isso você poderá jogar offline normalmente.

A Sega irá permitir ativação em até 5 PCs com a mesma chave, e você poderá desativar a chave assim que desejar. Há também uma forma de ativar a licença sem acesso a internet, que é explicada no FAQ. E mais um fato relevante, a Sega irá remover o DRM do Alpha Protocol cerca de 18-24 meses após o lançamento do título através de um patch.

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Capcom fala sobre seu DRM em Final Fight: Double Impact no PS3

publicado por João José


DRM é um sistema de proteção anti pirataria, que causou grande revolta nos jogadores de PC desde o ano passado, com o suporte da Ubisoft o colocando em vários jogos, como Assassin’s Creed II. Em curtas palavras, o sistema exige que o jogador esteja sempre conectado ao servidor da companhia, mesmo se for jogar uma partida offline deste jogo em questão, para fazer com que a cópia seja sempre autenticada e exclusiva de uma pessoa.

Enquanto os jogadores de PC recebem uma notícia interessante a respeito disso, os jogadores de Playstation 3 que compraram o jogo Final Fight: Double Impact na PSN receberam um impacto diferente do que esperavam. Sem nenhuma informação a respeito, Final Fight: Double Impact precisa estar conectado à PSN para iniciar, e só pode ser jogado por uma única conta, mesmo que seja no mesmo PS3. No caso de diferentes consoles, a mesma conta só pode jogar depois de 24 horas que ele foi jogado em outro console.

A confusão começou quando um jogador informou a sua frustração no fórum da IGN por sua esposa e filhos não conseguirem jogar com suas específicas contas em seu PS3. Além disso, com esse sistema, o compartilhamento do jogo com 5 pessoas diferentes, muito utilizado pelos usuários do vídeo game da Sony, é impossibilitado. Continue lendo o post para ler o que a Capcom tem a dizer a respeito desta polêmica.

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Ubisoft: DRM foi oficialmente hackeado

publicado por Alexandre


Mais um desafio foi colocado contra os hackers de plantão pela Ubisoft. O polêmico DRM. Dando uma explicação rápida, o DRM é um sistema que faz com que o jogo rode apenas quando estiver conectado à internet, no servidor da Ubisoft (nesse caso), e as informações de jogo estariam todas lá. A polêmica começou quando disseram que até mesmo nos modos single player, o jogador teria que ficar conectado para que o jogo funcionasse.

Desafio lançado, vamos aos fatos. Segundo um relatório do CNet, o sistema de proteção dos jogos mais atuais da Ubi foi hackeado. Os responsáveis? O grupo pirata “Skid Row”, conhecido pelas pessoas que baixam jogos na internet. A mensagem deixada pelo grupo hacker em um arquivo “Leia Me” que vem junto com o crack foi bem direta, com um clima de “Hobbin Hood” no ar:

“Obrigado Ubisoft, isso foi um desafio e tanto para nós. Mas nada impede a força de vontade que nos motiva a fazer o que fazemos. Da próxima vez, concentrem-se no jogo e não no DRM. Isso foi horrível para todos usuários legítimos. Nós apenas deixamos suas vidas mais fácil”.

Via | VG247