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Todos os artigos com argumento jogos usados

THQ explica sua questão com os jogos usados

publicado por Luigi Olivieri

A THQ entrou na lista das distribuidoras e desenvolvedoras odiadas pelo público que troca ou revende seus jogos após ficar satisfeito deles por causa do Online Pass, aquele passe de 10 dólares que só com ele uma pessoa pode acessar o conteúdo online de um jogo. Mas, em uma recente entrevista, o CEO da empresa Brian Farrel informou que eles não querem que o mercado de jogos usados desapareça.

Na verdade a intenção de aplicar o Online Pass não é de desestimular as trocas, mas sim de que a empresa ganhe alguma coisa pela troca. Parafraseando o CEO, “O mais importante é que temos de participar na cadeia de valores dos jogos usados”. É uma frase um pouco polêmica, principalmente para nós brasileiros que gastamos 200 reais com um jogo e, com um sistema de Online Pass, fica mais difícil recuperar um pouco desse valor, seja por venda ou troca.

Outra coisa que Farrel comentou na entrevista foi sobre deixar os seus jogos mais rentáveis para prendê-los ao primeiro comprador, lançando DLCs gratuitos e tributados e dando aos jogadores um online de qualidade. “Parte disso (usar online passes) é monetária, mas a grande vitória seria manter nossos jogadores entretidos com DLC e jogabilidade online robusta, e isso mantém o disco nas mãos do primeiro comprador”.

Via | Dtoid

Take 2: Qualidade e DLC são as chaves para os jogos usados

publicado por Alexandre


Enquanto vemos empresas como a EA e a THQ cobrando o acesso multiplayer de jogos usados com um novo dono, A Take-Two pensa diferente delas, pelo menos é o que parece. Para eles, ao invés de cobrar acesso em jogos vendidos para terceiros, o ideal é impedir os donos de venderem seus jogos.

Como? Oferecendo qualidade e mais conteúdo em DLC, segundo o presidente da companhia, Strauss Zelnick. Segundo ele, é irrelevante ser severo no mercado de jogos usados, e forçar a barra com os jogadores por venderem seus jogos não é legal.

O melhor a fazer é oferecer conteúdo novo, que seria um benefício para os donos dos jogos, ao invés de puní-los com mais taxas de acesso. Essa é, segundo o executivo, uma boa abordagem ao consumidor, sendo que os donos dos jogos ficarão curiosos com mais coisas novas vindo em seu jogo favorito.

Via | CVG

Take-Two apoia venda de jogos usados e quer fazer parte disso

publicado por Camila Chimello

Take-Two

Em meio a tantas discussões e reclamações de grandes distribuidoras como EA, pedidos de tornar ilegal a venda de jogos usados, Take-Two surgiu com uma visão bem diferente.

CEO da Take-Two - Ben Feder - teve que responder muitas perguntas sobre o assunto durante a conferência do G7 Think Equity na última semana. Mas ele só foi capaz de admitir que a sua parceira Rockstar está trabalhando para participar o mercado de “segunda-mão”.

Ao ser questionado se a empresa irá adotar soluções como as atuais distribuidoras, para impedir a venda de jogos usados - ele respondeu:

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Venda de jogos usados pode acabar nos EUA

publicado por Alexandre


Algumas regras no comércio norte americano estão mudando na indústria dos games. Está sendo estudada a possibilidade da proibição da venda de jogos violentos para menores de idade, depois de um estudo realizado recentemente sobre isso, mas ainda existem mais coisas.

Recentemente, a companhia de softwares Autodesk ganhou uma ação judicial, baseado no fato de suas licensas terem sido violadas, pois o norte americano Timothy Vernor vendeu um programa chamado “Autodesk” e por isso perdeu o caso para a empresa. A companhia Autodesk alega que o Contrato de Licensa ao Usuário Final (EULA) do software não permite que sejam feitas transferências para terceiros.

Depois desse caso, podemos esperar que outras empresas de games venham a seguir esse exemplo, pois as regras da EULA para os jogos são muito parecidas e vale lembrar que companhias como a Eletronic Arts já pensam em colocar barreiras na venda de jogos usados. Além disso, nos contratos de seus jogos, diz claramente que ao comprar o jogo lhes dá o direito de jogá-lo, mas não de revendê-lo. Se essa moda pegar, vai ser problema.

Via | My Games E-Zine

Sony: A próxima a cobrar por acesso online de jogos usados

publicado por Alexandre


Agora que as produtoras de jogos estão tentando obter uns trocados a mais através das transações com jogos usados, a próxima a entrar na dança pode ser a Sony, que já confirmou pensar em uma maneira de bloquear o acesso online dos jogos, sendo que seria liberado através do pagamento de uma taxa, se um novo dono queira acessar o multiplayer. Andrew House, da Sony, diz o seguinte para o site Games Industry:

“A política de deixar o modo online liberado mediante o pagamento de uma taxa é apoiada por nós. E estamos analisando essa opção para os nossos conteúdos”.

Anteriormente, houveram rumores de que a Activision iniciaria um plano de assinaturas para seus jogos da série Call of Duty, mas que foi recusado posteriormente. Mas House disse que a Sony já tentou mas não conseguiu implantar essa idéia nos jogos do PS3.

Via | PSX Extreme

Square Enix aposta no futuro sem jogos físicos

publicado por Alexandre


O diretor presidente da Square Enix, Yoichi Wada, fala algumas coisas a respeito das maneiras que a companhia está buscando para combater os problemas de vendas de jogos no mercado. Em entrevista ao site VentureBeat, ele diz que o número mensal de vendas é muito volátil e que os jogos em mídia física são prejudicados pela venda de jogos usados. Sobre isso, ele diz o seguinte:

“O software usado se tornou predominante no mercado norte-americano. Isso reduziu em muito as vendas e os preços. Apenas alguns poucos títulos estão vendendo extremamente bem”.

Wada também comenta que a solução para esse problema são as vendas de jogos por download, e reduzir o suporte ao jogo em disco físico. Também enfatiza o crescimento de plataformas de vendas de jogos como a Xbox Live, PSN e WiiWare, e esse será o futuro do mercado, em sua opinião. Vejam o que ele diz a seguir.

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Sony parou de perder dinheiro com o PS3

publicado por João José


Não sei se todos vocês sabem, mas na indústria dos games, é comum as produtoras venderem os consoles por um preço inferior ao custo de produção do mesmo. Segundo os cálculos de vendas, eles fazem isso pois o grande lucro vem da venda dos jogos em si, não dos consoles. Por isso a briga eterna da indústria contra a pirataria e, recentemente, contra os jogos usados.

Isso só não aconteceu com a Nintendo e o seu Nintendo Wii, que por usar uma tecnologia da geração anterior, já estava dando lucro logo desde o nascimento. Porém, o normal é que o console só dê lucro depois de 2 ou 3 anos. No caso da Sony, levou 5 longos anos, mas finalmente o custo de produção do console está abaixo do que é o preço de mercado.

Segundo o chefe mundial de estúdio da Sony, Shuhei Yoshida, eles ainda não estão ganhando muito dinheiro, mas ao menos não estão mais “sangrando” como antes. Contudo, ele já tirou qualquer possibilidade de uma redução de preço no console, como também é padrão no mercado, dizendo que com as inovações dos jogos 3D e do Playstation Move, não é a hora de reduzir o preço do vídeo game.

Via | VG247

EA diz que o Projeto 10 Dólares é para o bem do público

publicado por João José


Keith Ramsdale, gerente da Electronic Arts do Reino Unido, declarou em uma entrevista ao site MCV que a iniciativa de cobrar 10 dólares para os conteúdos online (leia mais neste link) visa somente o bem estar do consumidor, e nunca foi pensado como uma medida para prevenir a venda de jogos usados ou piratas.

Segundo ele, o que eles estavam pensando é em manter uma comunidade ativa e ter recursos para prover um ótimo serviço para estes consumidores. Porém, não dá para negar que, indiferente do que ele falou em nome da companhia, esse projeto realmente serve como uma ótima medida contra os jogos piratas e usados.

Outras companhias gostaram da idéia, e vão seguir o mesmo caminho. A Ubisoft e a THQ, por exemplo, já falaram que vão cobrar um preço a parte pelos conteúdos online de seus futuros jogos, enquanto a Treyarch disse que vai ficar de olho em como essa situação se desenvolve para as três companhias, antes de tomar uma decisão.

Via | VG247

Treyarch acha que o mercado de usados é um problema

publicado por Alexandre

Com o início da venda de códigos para jogos usados em partidas multiplayer, a produtora Treyarch está pensando muito a respeito dessa forma de venda para seu Call of Duty: Black Ops, segundo revelação do gerente de comunidade da Treyarch, Josh Olin.

Sendo o modo multiplayer o ponto principal dos jogos Call of Duty, Olin diz que não aplicaria um sistema como o que a THQ aplicou em UFC Undisputed 2010 e que a Eletronic Arts também anunciou, mas que ficarão atentos ao que vai acontecer com essa nova forma de obter lucro com jogos usados:

“Não temos planos para algo do gênero em Black Ops, mas é interessante ver como isso vai se desenrolar para a EA e THQ. Não é segredo nenhum que a venda de jogos usados causam problemas aos criadores e editores, por isso vai ser interessante ver o quão bem isso vai funcionar para resolver esse problema”.

Via | Eurogamer

Ubisoft também está de olho nos jogos usados

publicado por João José

Além do Passe Online, divulgado recentemente pela EA Sports, a Electronic Arts já há um tempo comenta sobre a possibilidade de colocar DLCs já no lançamento, através de um código único. Esta opção está sendo observada bem de perto pelo diretor da Ubisoft, Yves Guillemot.

Segundo Yves, a idéia seria lançar um jogo com algum material já disponível para download no lançamento, seja missões, personagens ou o que for. Após usar o código que vem no jogo, ele seria inutilizado, e caso este jogo fosse vendido para outra pessoa, este conteúdo só estaria disponível após pagar um valor, estipulado no momento em US$ 10,00.

Embora sem confirmar se este método já será utilizado (provalmente porque eles pretendem ver como a solução da EA Sports será aceita primeiro) ele garantiu que grande parte dos títulos da Ubisoft para este ano fiscal terão DLCs no dia do lançamento. O fato, é que as empresas começam a se virar contra a venda de jogos usados.

Via | Gamasutra