
Segundo afirmação de Larry Hryb, também conhecido como “Major Nelson”, a Microsoft está trabalhando em um novo método no combate à pirataria de jogos no Xbox 360, e irá realizar um teste com o público nos Estados Unidos para uma nova atualização do Xbox 360, que o deixará compatível com um novo formato de mídia.
Esse novo formato de mídia iria inibir muito mais as cópias ilegais dejogos, e os próximos títulos que forem lançados após essa atualização, já serão gravados e prensados na nova mídia, chamada de XGD3 (Xbox Game Disc 3). Tal disco permite 1GB a mais na sua capacidade total, o que pode não parecer grande coisa, nesse sentido.
Os norte-americanos que participarem desse teste com a nova mídia receberão de presente uma cópia de Halo: Reach, bem como várias outras premiações. Ainda não existe uma data definida de quando essas mudanças acontecerão, mas algo oficial estaria perto de ser anunciado.
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Em um mundo cheio de sistemas para proteger jogos da pirataria, como as DRMs usadas pela Ubisoft e outras diversas empresas e também as proteções nos próprios consoles, temos uma desenvolvedora que parece não se importar mesmo com isso. Essa desenvolvedora é a Volition, produtora dos futuros Red Faction: Armageddon e Saints Row: The Third.
Eric Barker, o chefe do estúdio, disse em declaração para a Eurogamer palavras muito sábias, informando que o principal é deixar o jogo bom, depois pensar na eventual pirataria: “Não acho que a pirataria seja a coisa mais importante que nós devemos nos preocupar. Acima de tudo, queremos ter a certeza de que estamos produzindo um jogo que as pessoas gostariam de piratear”.
De certa forma ele está correto, vamos fazer um jogo que as pessoas gostem a ponto de até piratear para consegui-lo. Mas por que essas pessoas estão pirateando ao invés de comprá-lo, se ele é tão bom, é que e a grande questão. Bem que podia ser diferente, mas a pirataria é complexa demais pra só dizer que um jogo bom não cai nas garras dos torrents.
Continuar lendo: Volition diz não ligar muito para a pirataria

Pode ter demorado bastante, mas agora a Sony está sofrendo bastante com hackers que tentam explorar seu console. Mais ainda, ela está colocando todos os seus esforços para combatê-los: já iniciou um processo ao famoso hacker GeoHot e estaria trabalhando em um novo modelo de PS3 resistente à pirataria.
Agora outro hacker, o alemão Alexander “graf_chokolo” Egorenkov, foi preso pela polícia de seu país e terá de responder a um processo iniciado pela Sony de 1 milhão de euros. A quantia certamente assustaria uma pessoa normal quando apresentada a ela, mas não a graf_chokolo, ele nem se importou com isso.
Inclusive, quando foi preso, o hacker postou uma bíblia com tudo sobre como uma pessoa pode fazer engenharia reversa em seu console, chamada de Hypervisor Bible. Ele escreveu que foi perguntado pelos advogados da Sony por que faz isso, se é por causa do ódio a empresa, mas responde que eles não conseguem entender, que conseguirá o Linux para PS3 de volta.
Continuar lendo: Sony processa hacker alemão em 1 milhão de euros
É, meus amigos, o 3DS pode ter lançado há dois dias e apenas no Japão pelo próximo mês, mas os pirateiros não deram folga ao seu novo portátil. Um vídeo surgiu ontem na internet com um comprador fazendo seu R4 rodar no 3DS perfeitamente, até com a pessoa testando um de seus jogos.
Aparentemente a Nintendo esqueceu da existência dos flashcards de seu antecessor, porque segundo o Kotaku americano, que começou a espalhar a notícia, não há nenhuma proteção contra o cartucho, com ele funcionando sem qualquer tipo de atualização ou macete para burlar as proteções anti-pirataria do 3DS.
Muitos disseram até que isso não contou como hack ainda, já que esse é, basicamente, um cartucho de DS e o sistema foi feito para rodá-los. As pessoas que dizem isso podem até estar certas, mas que a prática não deixa de ser ilegal e a Big N já deve estar vendo um jeito de corrigir essa brecha.
Os últimos rumores que correm na internet, depois do que o hacker Geohot fez com o PS3 e toda a confusão sobre isso, é que a Sony estaria nesse exato momento trabalhando em uma nova versão do PS3 que seja resistente à pirataria. De que forma, não se sabe.
Os rumores saíram no site Everything HQ, conhecido por seus rumores que se tornam reais, e essa nova versão do console teria um disco rígido de 300 GB, além de sofrer uma redução em seu preço, custando até 186.99 libras (R$ 500 - Fora impostos, óbvio).
Falando mais a respeito do novo PS3, o site Everything HQ diz que o console será do modelo Slim, e será capaz de resistir aos métodos atuais de hackeamento. Pode ser que, o novo console tenha o mesmo sistema do PSP, que possuiam placas TA.
A pergunta que fica no ar por enquanto é: Será que isso realmente vai funcionar? A briga entre a Sony e Geohot ainda não terminou, o hacker já tirou onda da empresa em uma letra de rap tosca e até mesmo Killzone 3 já foi pirateado. Vocês acham que tais medidas irão conceder novamente a castidade ao PS3?
Via | My Games E-Zine

A pessoa responsável por vazar Half-Life 2 na internet antes de seu lançamento é o jovem Axel Gembe, um hacker que acessou a rede da Valve em 2003 e causou um prejuízo de mais de US$ 250 milhões para a empresa. Ele foi preso em 7 de maio de 2004, às 6 horas da manhã, quando ele acorda rodeado de policiais alemães. Em entrevista ao site Eurogamer, o jovem diz que se arrependeu do que fez depois de ter passado dois anos na prisão (uma sentença atenuada por ser jovem), ele diz o seguinte:
“Eu me arrependo muito pelo que eu fiz a eles. Eu nunca queria prejudicar ninguém. Se eu pudesse desfazer isso, eu faria, pois ainda fico triste quando penso nisso. Vocês são meus desenvolvedores favoritos, e eu sempre comprarei seus jogos”.
Dono de uma conta Steam avaliada em 2 mil euros, o garoto não tinha dinheiro para comprar jogos por um tempo, então ele desenvolveu um malware para roubar CD Keys da Steam e assim jogar o que ele quisesse. Foi ai que começou toda a confusão. Gembe admitiu que roubou o código fonte da Valve em 2003, mas que não foi ele que espalhou o código na internet, e sim um amigo que era a única pessoa além dele que sabia o que ele tinha feito. “Eu não achei que ele fosse fazer isso. A pessoa na qual dividi o código me prometeu que guardaria segredo, mas não fez isso” - diz o jovem.
Continuar lendo: Hacker de Half-Life 2 se arrepende de ter roubado o código fonte

E lá vamos nos novamente com o assunto polêmico de todos os minutos, dias, meses e anos de qualquer gamer. Uma organização norte-americana reportou essa semana que 33 países falharam em combater a pirataria.
Desses 33, os cinco primeiros são alvos conhecidos: Brasil, China, Espanha, França e Itália, só esses países são responsáveis por cerca de 54% do total de dados trocados nos sistemas P2P (peer-to-peer). No último ano a ESA (Entertainment Software Association) detectou cerca de 144 milgões de conexões entre usuários que trocavam arquivos ilegais.
Desse total, 78 milhões viera dos países citados, Michael Gallagher - presidente da ESA comentou: “Nossa indústria continua a crescer nos Estados Unidos, mas a epidemia de pirataria online congela o crescimento em vários países, incluindo Itália, China, Espanha, Brasil e França, onde vemos um grande volume de atividades ilegais peer-to-peer envolvendo principalmente jogos.
Continuar lendo: Brasil e outros quatro países são líderes na pirataria

A pirataria no PS3 pode até ser nova, mas todos sabem que ela rola solta no Xbox 360, inclusive a Microsoft. E como é quase impossível fazer com que todos os “piratas” sejam banidos, a empresa pelo menos conseguiu estragar um pouco da diversão deles.
No último update que a MS lançou para o 360, uma pequena surpresa veio para os jogadores que usam jogos falsificados: Halo: Reach, Call of Duty: Modern Warfare 2 e Call of Duty: Black Ops não rodarão mais nos seus video games.
Essa é provavelmente a solução mais genial que a Microsoft teve em relação a essas pessoas desde aquela leva de banimentos de 2009. Muito bem, MS e muito feio, jogadores.
Via | Dtoid

Pois é, já rola na internet formas de destravar o PS3 e através disso rodar jogos piratas, ontem a Sony entrou com uma ação judicial contra GeoHot e a equipe do fail0verflow - que trabalhavam para descobrir as travas de segurança do console.
Como sempre a justificativa dos hackers é de que eles não incentivam pirataria e nem criaram uma forma de tornar isso possível, obviamente que essa desculpa nunca cola quando se trata de justiça, advogados e dinheiro.
Hoje um usuário do fórum NeoGAF postou uma informação relevante aos pirateiros de plantão, segundo dados a Sony conseguiria banir consoles pirateados mesmo que eles não acessem a PSN, o simples fato de estarem conectados a internet já torna isso possível.
Continuar lendo: Rumor: Sony poderá bloquear PS3 destravado mesmo sem acessar a PSN

Pirataria, conforme as coisas evoluem fica cada vez mais fácil e acessível a compra/troca de jogos originais, com a conexão a internet e a falta de sistemas de hack, obrigam os jogadores a comprarem somente os originais.
Mas obviamente que a pirataria ainda é grande nesse mercado, e uma pesquisa recente mostrou que o Nintendo Wii , hoje, é o console mais pirateado da geração. PC obviamente está à frente de todas as plataformas.
PC segue em primeiro com mais de 113 mil torrents de jogos disponíveis na internet, em segundo lugar vem o Wii com 25 mil torrents, PlayStation com 24 mil e Xbox 360 com 24 mil também. PS3, como esperado, esta salvo nesse setor - com a tecnologia Blu-ray e a falta de um bom hack, o sistema continua salvo e sem pirateiros.
Via | CVG