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Novo controle te transforma em um tarado virtual

publicado por Alexandre

Imagens do jogo

Me lembro da última polêmica que teve no mundo com um jogo de estupro japonês chamado Rapelay. Você era um maníaco que tinha que pegar menininhas desprevenidas, no caso a mãe, a filha e uma amiga, e abusar delas à vontade. Mas aquele jogo só podia ser controlado pelo teclado e mouse. Agora as coisas mudaram.

Tudo graças a nova tecnologia desenvolvida pela empresa Teatime, chamada “T-Cam”, que através de uma câmera colocada acima do monitor, pudesse interpretar os movimentos do jogador e assim fazer com que ele possa olhar, por exemplo, o corpo de uma personagem de jogo por vários ângulos, apenas controlando com gestos. Considere algo parecido com Project Natal Atrevido”.

Logo após o link existem algumas imagens que demonstram a tecnologia em ação, mas recomendo pularem a parte técnica e ir para a parte bizarra de uma vez. Viram a imagem no começo do post? Isso é que você pode fazer com a mocinha inocente de algum anime no jogo. Vejam o vídeo na íntegra logo a seguir. Enquanto uma mão mexe nas roupas da moça, a outra mão pode “manipular a espingarda“. Que venham os novos controles por movimento!

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Rapelay: Sua missão é ser o melhor estuprador

publicado por Alexandre


O jogo Rapelay foi criado no Japão pela produtora Illusion, e o objetivo do jogador é estuprar uma mulher e suas duas filhas adolescentes, e as ações acontecem em locais abertos e em uma estação de metrô. Jogos assim nos fazem pensar sobre até onde deve ser o limite para a criação de um jogo.

A temática do jogo é assustadora: Devemos molestar jovens meninas e fazê-las chorar e se despir, tudo isso valendo pontos. Em certas coisas, os japoneses exageraram, pisando um pouco na bola, mesmo com todo seu avanço tecnológico. Nos Estados Unidos esse jogo já é considerado “Pedofilia”. E aqui no Brasil?

Segundo a Reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente de 2008, passa a ser crime somente o ato de “armazenar fotografias” onde aparecem pornografia explícita ou sexo de menores de idade. Segundo um trecho do Estadão, o jogo é tratado da seguinte forma:

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