Me lembro da última polêmica que teve no mundo com um jogo de estupro japonês chamado Rapelay. Você era um maníaco que tinha que pegar menininhas desprevenidas, no caso a mãe, a filha e uma amiga, e abusar delas à vontade. Mas aquele jogo só podia ser controlado pelo teclado e mouse. Agora as coisas mudaram.
Tudo graças a nova tecnologia desenvolvida pela empresa Teatime, chamada “T-Cam”, que através de uma câmera colocada acima do monitor, pudesse interpretar os movimentos do jogador e assim fazer com que ele possa olhar, por exemplo, o corpo de uma personagem de jogo por vários ângulos, apenas controlando com gestos. Considere algo parecido com “Project Natal Atrevido”.
Logo após o link existem algumas imagens que demonstram a tecnologia em ação, mas recomendo pularem a parte técnica e ir para a parte bizarra de uma vez. Viram a imagem no começo do post? Isso é que você pode fazer com a mocinha inocente de algum anime no jogo. Vejam o vídeo na íntegra logo a seguir. Enquanto uma mão mexe nas roupas da moça, a outra mão pode “manipular a espingarda“. Que venham os novos controles por movimento!
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O jogo Rapelay foi criado no Japão pela produtora Illusion, e o objetivo do jogador é estuprar uma mulher e suas duas filhas adolescentes, e as ações acontecem em locais abertos e em uma estação de metrô. Jogos assim nos fazem pensar sobre até onde deve ser o limite para a criação de um jogo.
A temática do jogo é assustadora: Devemos molestar jovens meninas e fazê-las chorar e se despir, tudo isso valendo pontos. Em certas coisas, os japoneses exageraram, pisando um pouco na bola, mesmo com todo seu avanço tecnológico. Nos Estados Unidos esse jogo já é considerado “Pedofilia”. E aqui no Brasil?
Segundo a Reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente de 2008, passa a ser crime somente o ato de “armazenar fotografias” onde aparecem pornografia explícita ou sexo de menores de idade. Segundo um trecho do Estadão, o jogo é tratado da seguinte forma:
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