“Decepção” - Essa é a palavra usada pelo grupo de hackers Anonymous a respeito do ataque feito à Playstation Network, que ainda está deixando jogadores no mundo todo desconectados de seus jogos favoritos. Segundo um artigo publicado no Financial Times, onde a publicação afirma ter entrado em contado com dois hackers do grupo que fizeram o ataque à PSN, isso colocou mais lenha na fogueira.
Tais pessoas disseram ser a favor do movimento contra a Sony, e um deles, indentificado como Kayla, disse o seguinte: “Se você fala que é o Anonymous e faz algo como o Anonymous, então foi o Anonymous que o fez“. Essa e outras afirmações não cairam bem em outros membros da organização hacker, que respondeu à altura.
Um comunicado chamado “Sony, estou decepcionado” critica fortemente o conteúdo desse artigo, e explicam que mais uma vez o grupo está sendo responsabilizado pela falha na segurança, mas desta vez pelos jornalistas (no caso, Joseph Menn do Financial Times). Nós queremos expor nossa visão sobre essas acusações falsas”.

Se a situação da Sony estava ruim, realmente agora ficou mais complicada. Há pouco tempo os servidores da Sony Online Entertainment também ficaram fora do ar, e a companhia confirmou ao público que pode ter sido alvo de mais um ataque hacker, que dessa vez teve acesso a informações de 12.700 clientes. E sim, dentre essas informações também estão números de cartões de crédito e toda a história que já sabemos da queda da PSN.
Segundo a companhia, foram vazadas aproximadamente 24.6 milhões de contas, incluindo cerca de 12.700 números de cartões de crédito de clientes fora dos EUA, e suas datas de validade (mas não os códigos de segurança do cartão), e também foram vazadas cerca de 10.700 históricos de compras de alguns clientes da Áustria, Alemanha, Holanda e Espanha.
A Sony informa atraves do site Games Industry (necessita de login no site), que dos 12.700 números de cartão de crédito vazados, apenas 900 ainda são utilizados, pois se tratou de um banco de dados antigo e desatualizado de usuários de 2007. Menos mal para os clientes.
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Depois de tanta coisa que aconteceu com os jogadores de PS3, e suas contas inacessíveis da Playstation Network, mais rumores aparecem a respeito do vazamento de informações de acesso dos usuários, que cairam nas mãos de hackers depois do ataque.
O último rumor dessa história começou com o tweet de Kevin Stevens, da Trend Micro, empresa multinacional especializada em segurança na internet. Segundo Stevens, os hackers responsáveis por se aproveitar da falha de segurança da PSN estariam negociando a venda de informações do banco de dados dos usuários no mercado negro.
Stevens também falou nesse outro tweet que a Sony até mesmo tentou comprar de volta os dados, mas os hackers não aceitaram. O banco de dados possui informações completas dos usuários e de seus cartões de crédito, como o nome completo da pessoa, o endereço, telefone, endereço de e-mail, senhas, data de nascimento, número do cartão de crédito, sua validade e código de segurança.

Durante o final de semana repórteres do Reuters trouxeram a triste notícia de que o ex-presidente da Sony faleceu no Japão, aos 81 anos de falência multipla dos orgãos no dia 23 de Abril em Tóquio. Norio Ohga era um cantor de ópera e se juntou a companhia nos anos 50, lançando a mesma em um novo setor, de filmes e jogos.
Liderou a companhia entre 1982 e 1995, quando então se retirou da presidência mas permanecia atuando na companhia como conselheiro sênior. Norio é conhecido pela compra da Columbia Pictures em 1989 e de ter envolvido a companhia no setor de música e criação do CD, após a compra da CBS Records. Ele também supervisionou a expansão da Sony nos jogos e o lançamento do primeiro PlayStation.
Howard Stinger, CEO da Sony desde 2005 comentou sobre o executivo:
“Não é exagero atribuir a evolução da Sony nos produtos de vídeo e áudio como músicas, filmes e jogos, e subsequente transformação em líder de entretenimento global à visão de Ohga-san”
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Já se fazem sete dias que a Playstation Network está fora do ar, o que já se tornou um problema maior do que inicialmente esperado, quando a Sony comunicou que a previsão de retorno da rede era de até 48 horas. Enquanto a PSN não retorna, mais de 70 milhões de usuários em todo o mundo não conseguem conectar sua conta, e fazer a autenticação de alguns jogos pela rede.
Apesar de não haverem informações corretas sobre a previsão de retorno do serviço, a Sony informou que esse tempo pode demorar “uma semana”, para que tudo se normalize. Para piorar a situação, a Sony também confirmou que os dados dos usuários da PSN poderiam ter sido roubados, como números de cartão de crédito e outras informações importantes.
Mas outra coisa interessante foi o que o jornal britânico The Guardian revelou aos seus leitores: Talvez a Sony tenha realmente vacilado na segurança da PSN e não armazenavam os dados dos usuários criptografados. Uma brecha de segurança muito grande.
Continuar lendo: PSN: Fora do ar ao sétimo dia, dados poderiam não estar criptografados

Isso aconteceu durante o final de semana, mas é interessante para quem ainda não viu o que a Microsoft falou a respeito da interrupção da Playstation Network, que deixaram os donos de PS3 no mundo todo a ver navios, sem poder acessar boa parte do conteúdo e jogos que necessitavam de autenticação online.
Apesar do grupo de hackers Anonymous terem negado a autoria do ataque à rede da Sony, a companhia ainda afirma que foi vítima de ataques de hackers e que está realizando alterações em todo o sitema para melhorar a segurança.
Um porta-voz da Microsoft disse no final da semana que lamentam muito o que aconteceu com a Sony, e a Microsoft nunca fica contente com os problemas que os jogadores passam quando querem jogar seus jogos favoritos online.
Continuar lendo: Microsoft comenta a respeito da queda da PSN
Enquanto a briga judicial entre a poderosa Sony e o indefeso Geohot está acontecendo, um grupo de ativistas em prol da anarquia, conhecidos como Anonymus, informaram no site que desejam a vingança pelos seus atos gananciosos e manipuladores contra seus usuários.
Tal ataque recebeu o nome de “Operation Payback” e ameaça diretamente a Sony, alegando que eles estão abusando do sistema judicial para censurar informações reais de como seus produtos funcionam. E também deixam claro que tal atitude será tomada por causa do que aconteceu com seus colegas GeoHot e Graf_Choloko.
Noralmente, os ataques do grupo Anonymous tem sido feito através de ferramentas DDOS contra seus alvos, mas por enquanto não existe nenhum tipo de ataque verdadeiro contra a Sony. O que será que eles tramam para libertar o público de uma censura à informação?
Continuar lendo: Sony será alvo de vingança de hackers amigos de Geohot

A franquia God of War sempre foi imaginada como algo totalmente single player, já que nunca houve gancho para um modo multiplayer e é até difícil imaginar um funcionando com o jogo. No entanto, o estúdio da Sony em Santa Monica, exatamente o que cuida da franquia, pode estar preparando uma bela surpresa para o próximo God of War.
O site Gamasutra possui uma área exclusiva para postagem de propostas de empregos direcionados a quem trabalha com games, e, uma das mais recentes propostas, é do estúdio em Santa Monica procurando por um Programador Online para se juntar a equipe de GoW, e não vai ser fácil preencher essa vaga.
O programador estará encarregado de: desenhar e implementar sistemas para jogabilidade online, como comunicação in-game, leaderboards; escrever códigos sustentáveis, portáteis e funcionais e muito mais. E a empresa não procura amadores, ela quer alguém com mais de 5 anos de experiência em programação, precisa ser expert em C e C++, ser Bacharel em Ciência da Computação ou equivalente, entre outras coisas.

Voltando um pouco no tempo para entenderem a história, lembram de quando a Sony anunciou o Playstation 3 lá em meados de 2006? Uma de suas funcionalidades seria o suporte a outros sistemas operacionais (Linux). Mas com uma futura atualização do Firmware, essa possibilidade foi removida, o que causou muita polêmica entre os consumidores, por terem anunciado um produto com uma função, e depois ter retirado essa função.
Houveram clientes que fizeram acusações na justiça contra a Sony por terem tomado essa decisão. Mas qual foi a razão disso? Segundo a Sony, quando a funcionalidade foi retirada, o motivo era que a possibilidade de instalar outro SO abriria brechas na proteção de segurança do console e comprometeria a Garantia e Termos de Serviço.
Mas agora o motivo da alteração, foi que a Sony só fez isso para economizar dinheiro. Essas informações foram descobertas quando a IGN conseguiu acesso a uma alteração de um processo contra a SCEA durante esse mês, cujo motivo pela Sony ter removido a funcionalidade do console foi alterado. Leiam o processo clicando aqui.
Continuar lendo: Sony diz ter retirado o Linux do PS3 para economizar dinheiro

A partir de agora o processo da Sony contra o hacker Geohot vai pegar mais fogo do que já estava. Segundo a empresa, Geohot teria fugido para a América do Sul, sem um país especificado, após a Justiça ter mandado-o comparecer à um testemunho na Califórnia e pedir que entregue seus hardwares para a polícia fazer uma verificação profunda neles.
Tudo é explicado nesse documento que a empresa escreveu para a Justiça, onde a Sony conta sobre todos os atos “maldosos” que ele exerceu contra a empresa e contra o Estado, sobre as mentiras que ele contou na corte e também sobre a remoção de peças de seus hardwares e da fuga dos Estados Unidos para evitar ser interrogado.
Depois do juiz Spero ordenar a inspeção dos aparelhos de Hotz e ordenar que ele aparecesse no depoimento na Califórnia, a SCEA descobriu que Hotz removeu informações e dados essenciais dos discos rígidos apreendidos antes de entregá-lo à um terceiro neutro, e que agora Hotz está na América do Sul, um motivo por não ter entregado imediatamente os componentes de seus discos rígidos como pedido pelo neutro.
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