
No mercado de games de hoje, chega a ser comum vermos empresas que estão prestes a fecharem suas portas serem aquiridos por grupos maiores, e assim acabam também assumindo suas franquias. Na opinião do diretor de desenvolvimento da Ubisoft Tommy Francois, isso nem sempre é a melhor ideia. Apesar de empresas como a Square fazerem isso com certa frequência, na opinião de Francois esta isto pode gerar alguns problemas. Acompanhem:
“Talvez algumas vezes as empresas adquiram outras empresas apenas para ter o controle de suas franquias. Particularmente, esse tipo de estratégia se trata de um grande erro: As franquias foram criadas por um grupo específico de pessoas, se você não tiver essas pessoas trabalhando para você, a franquia em si não existe na verdade. Qualquer um que esteja a frente das empresas, especialmente no que diz respeito a publicidade tem uma grande pressão no que diz respeito ao seu produto.”
“Para esse tipo de situação, eu costumo citar uma analogia, comparando que alterar a cultura de uma empresa é como solicitar a uma empresa que simplesmente pare de fumar de um momento para o outro. Eles tem toda a tendência a naturalmente retornar a aquilo que estavam mais habituados a fazer. Desta forma, quando você está adquirindo um novo estúdio você esta solicitando que eles façam algo fora do seu habitual, e isso se trata deles sairem de algo que estavam habituados a fazer para algo que eles não sabem exatamente como pode ser feito.”
Via | Strategy Informer

Segundo a produtora francesa, a equipe que está cuidando de Assassin’s Creed Revelations é a maior equipe da história da Ubisoft, tamanho é o esforço que estão fazendo nesse novo projeto da franquia. Além do Canadá, outros estúdios de outros países também estão ajudando.
Em uma matéria da revista Game Informer, além dos 200 funcionários da Ubisoft Montreal, também estão contando com o apoio das equipes da Ubisoft Annecy (França), toda a Ubisoft da Suécia, Singapura, Quebec (Canadá) e Bucharest (Romênia).
O diretor de criatividade da Ubisoft Montreal, Alexandre Amancio, diz que Assassin’s Creed sempre foi de responsabilidade do estúdio de Montreal, e eles continuam sendo o estúdio principal. Mas como esse é um grande jogo, a quantidade de tempo e informações para produzir todas as versões das plataformas é muito grande, então essa força-tarefa entre os países irá agilizar o processo.
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Depois que começaram a aparecer alguns teasers em vídeos sobre um novo jogo da série Assassin’s Creed, começaram as especulações sobre como seria esse novo jogo, qual seria o personagem principal (provavelmente será Altair, de acordo com os teasers), e outras coisas.
Para quem quer matar a curiosidade, a revista oficial do Xbox 360 informará em sua edição de maio, que o novo Assassin’s Creed: Revelations terá um estilo bem parecido com Brotherhood. Tal afirmação é feita na seção de rumores da E3 que a revista traz na edição mais recente que começará a ser vendida a partir do dia 10 de maio.
“Uma sequência completa já está em desenvolvimento, mas é pouco provável que o próximo AC seja essa continuação. Se eles lançarem esse jogo até o natal, provavelmente será um outro jogo ao mesmo estilo de Brothehood.”
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Olha, eu devo admitir que estava bem desanimado quando eu vi o anúncio de um novo jogo da série Call of Juarez, que dessa vez iria se passar em tempos modernos. Já existem tantos jogos baseados em guerra moderna, não é verdade? Nem vou citar nomes, acho desnecessário, mas pensei por um momento que o novo Call of Juarez: The Cartel iria se juntar ao bando de jogos de tiroteio moderno que existem por ai aos montes. Talvez eu esteja enganado.
Mudei meu ponto de vista quando vi o novo trailer do jogo que foi divulgado recentemente. Eu até já tinha deixado comentários em posts anteriores relacionados mostrando minha indignação, mas é melhor esperar um pouco mais. Dessa vez, vou ficar quieto e conferir o resultado final, já que o trailer pareceu ser promissor, e até mostra algumas rápidas cenas de gameplay.
Podemos ver que o jogo irá misturar dois ambientes bem diferentes, o velho oeste, como estamos acostumados a ver nos jogos anteriores da série, com casas de madeira e todo aquele clima de “terra sem lei”, e cidades modernas, onde até vemos um helicóptero da polícia que persegue pessoas em uma noite agitada.
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Segundo o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, a indústria de games está passando por uma grande falta de criatividade em seus jogos atuais, e ele atribui a isso o fato dessa geração atual de consoles ser a maior de todas, e pelas produtoras não quererem lançar novos títulos nessa geração, que não se sabe se está chegando ao fim ainda esse ano.
Guillemot chama essa fase de “depressão da indústria”, e para resolver esse problema, apenas lançando a nova geração de consoles, o que ainda não sabemos quando vai acontecer. Existem grandes chances que algo do tipo seja apresentado na E3 durante esse ano, mas nenhuma especulação foi feita.
Em entrevista ao site MCV, o executivo francês disse que existem momentos na indústria em que são fáceis de se lançar novos jogos, e outros momentos que são difíceis disso acontecer. Nesse momento, ainda é possível fazer novos jogos, mas tais jogos seriam muito mais interessantes se um novo console aparecesse no mercado.
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Há algum tempo a Ubisoft começou a preparar uma enciclopédia para sua franquia Assassin’s Creed. Como dá para imaginar, isso requer muito esforço, já que a franquia não se limita só em jogos de console e portáteis, mas se expande para eventos históricos, quadrinhos e muito mais. Agora a empresa começou a contratar pessoas para ajudá-la nessa tarefa, e essa pessoa pode ser você.
Quem está contratando para o emprego é a Ubisoft Montreal, que dá preferência a jogadores que morem perto do estúdio, mas ela permite trabalho remoto e até de pessoas inexperiente se elas forem boas e tiverem paixão pelo assunto. A empresa ressalta que é um trabalho sério e real, então nada de brincadeiras.
Os pré requisitos para a vaga são: escrever muito bem em inglês, ter conhecimento profundo e preciso sobre o universo de Assassin’s Creed e ser muito organizado, já que a pessoa terá que procurar e filtrar muitos dados. Há também um pequeno teste primário para selecionar um pouco as primeiras pessoas que serão contatadas diretamente pela empresa.
Continuar lendo: Ubisoft contratando, acha que se encaixa no perfil?
Normalmente, os Estdos Unidos não é um país que se importa com censura de conteúdos, tendo em vista que muitas coisas são permitidas por lá, mas o jogo Dead Island, que está sendo desenvolvido pelo estúdio Techland e Deep Silver e será distribuído pela Ubisoft, já teve algumas arestas aparadas em nome do “bom senso”.
A ESRB, que determina a classificação etária dos jogos nos EUA, solicitou para que a Deep Silver fizesse alterações no logotipo do jogo, de forma que fosse menos chocante. A imagem acima é o logotipo sem censura, que mostra um zumbi enforcado em uma árvore, fazendo a letra “I” de “Island”.
Na imagem logo abaixo, mostramos a imagem censurada, que mostra um zumbi de pé, também fazendo a letra do nome do jogo. Essas mudanças afetarão apenas as versões do jogo que serão distribuídas nos EUA, enquanto na Europa, o logotipo será mantido o original.

Em um mundo cheio de sistemas para proteger jogos da pirataria, como as DRMs usadas pela Ubisoft e outras diversas empresas e também as proteções nos próprios consoles, temos uma desenvolvedora que parece não se importar mesmo com isso. Essa desenvolvedora é a Volition, produtora dos futuros Red Faction: Armageddon e Saints Row: The Third.
Eric Barker, o chefe do estúdio, disse em declaração para a Eurogamer palavras muito sábias, informando que o principal é deixar o jogo bom, depois pensar na eventual pirataria: “Não acho que a pirataria seja a coisa mais importante que nós devemos nos preocupar. Acima de tudo, queremos ter a certeza de que estamos produzindo um jogo que as pessoas gostariam de piratear”.
De certa forma ele está correto, vamos fazer um jogo que as pessoas gostem a ponto de até piratear para consegui-lo. Mas por que essas pessoas estão pirateando ao invés de comprá-lo, se ele é tão bom, é que e a grande questão. Bem que podia ser diferente, mas a pirataria é complexa demais pra só dizer que um jogo bom não cai nas garras dos torrents.
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Depois de um super trailer, que deixou todos de queixo caído, mais algumas imagens do jogo Dead Island, em produção pela Techland e Deep Silver, foram divulgadas. Ao que parece, o jogo promete trazer o bom estilo survival horror de volta.
As últimas imagens mostram várias áreas da ilha, onde os turistas foram transformadas em zumbis famintos, e algumas cenas de sobrevivência também. Pelas primeiras imagens, a lembrança de Resident Evil me veio a mente. Será o mesmo estilo de jogo?
Ainda não existem informações de quando o jogo será lançado. Talvez alguma novidade sobre ele seja revelada durante a E3, ou tenhamos que esperar um pouco mais. De qualquer forma, mais uma vez, a qualidade gráfica das imagens impressiona.
Será que o jogo também vai impressionar? Até então, o trailer foi muito bom, mas não mostrou a jogabilidade. Então, é melhor não criarmos grandes expectativas até que mais informações sejam liberadas ao público.
Como já foi comentado anteriormente aqui no blog, já foi anunciado o novo DLC para Assassin’s Creed: Brotherhood. A data será no dia 17 de março, onde o jogo também será lançado para PC, sem o conteúdo extra. Chamado “The Da Vinci Disappearence”, o jogo terá mais conteúdo para os modos single player e multiplayer.
Quem ainda não comprou AC: Brotherhood e está pensando nisso agora, pode ser uma boa chance, já que o jogo virá acompanhado do novo DLC, que chegará na PSN e na Xbox Live ainda no começo desse mês. Algumas lojas como a Amazon já estão vendendo a nova versão de Brotherhood, na pré-venda.
O preço da versão especial de Brotherhood com o DLC está acima do preço da versão normal do jogo, sem o DLC, o que é contraditório, pois se vermos a caixa do jogo (foto ao lado), que anuncia que o DLC é gratuito. Então, por que o aumento no preço?
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