
O mundo de World of Warcraft depois de se livrar da ameaça do Lich King, e sofrer com o despertar de um dragão representando uma ameaça talvez ainda maior, esta prestes a receber um ponto de tranquilidade com os Pandaren. Falando um pouco a respeito da próxima expansão, a Blizzard deixou claro que se trata de uma cultura bem diferente, baseada em equilíbrio e sabedoria, mas que não significa que os pandas não sabem se defender quando preciso. Confiram:
“O grande elemento que temos no que diz respeito a Pandaria é que nos encontramos a beira da praia, e toda a violência trazida pela aliança e a hora realmente começa a alimentar o que os pandas se referem como “Sha”, que representam a manifestação da energia negativa em pandaria, dando vida a essas criaturas que podem ser vistas por toda a ilha. o Sha esteve contido por 10 mil anos criando um lugar sereno, e é claro que esse equilíbrio vai se quebrar de uma forma violenta.”
“Os Pandaren ajudam a mostrar todos esses contrastes, ainda mais no que diz respeito ao equilibrio de seus temperamentos. Eles não são um povo frio ou que se irrita com facilidade em meio ao calor da batalha: Eles lutam, e lutam muito bem, lutam definitivamente para vencer. Mas é necessário muito para fazer com que eles percam mesmo o controle. Eles lutam por necessidade, com fé e muito gosto, mas raramente movidos pela raiva. E uma cultura muito interessante de se escrever a respeito.”
Via | Shack News

O próximo conteúdo do MMORPG mais popular do planeta, World of Warcraft já foi anunciado. A Blizzard divulgou que a próxima expansão chamada “Mists of Pandaria” revela um novo continente, que introduz uma raça de Pandas, vistos anteriormente em Warcraft 3. Além disso, as demais classes em sua maioria vão ter acesso a classe Monge. Apesar da idéia de controlar um panda parecer um tanto estranha, a empresa confirmou oficialmente que não se trata de uma brincadeira:
“Isso não é uma brincadeira. Não se trata de qualquer tipo de piada envolvendo uma suposta expansão. Pandaren em seu todo faz parte de um capítulo considerado por todos os envolvidos como vital a medida que os acontecimentos se desenvolvem. Se vocês acompanham a saga de Warcraft a algum tempo, com certeza vão se recordar dos Pandas. Essa é uma idéia já antiga: A muito tempo queríamos que os jogadores tivessem essa raça a disposição.”
“A cultura de Pandaren é extremamente rica em diversos sentidos que serão apresentados com o tempo. Eles vão realmente fazer a diferença no que diz respeito a história apresentada, com suas próprias intrigas e dramas. Logicamente não se trata de demônios caindo do céu ou tropas de milhares de mortos vivos devastando tudo aquilo em seu caminho, mas mesmo assim vai representar mudanças para todos de maneira significativa.”
Via | VG 247

Falando em recente entrevista em nome da Activision, Dan Winters falou a respeito das mudanças da empresa devido a sua fusão com a Blizzard e as importantes lições aprendidas. Winters ainda declarou que os ideais originais da empresa não se alteraram de forma alguma, e que os objetivos e metas permanecem exatamente os mesmos. Confiram:
“Nós mudamos nossa posição de ser uma empresa de grande sucesso, número dois no mercado antes da nossa fusão e então fomos diretamente para um cenário onde estávamos entregando 25 milhões de unidades de Call of Duty para os nossos jogadores, ao mesmo tempo que a Blizzard estava em um momento de expansão no mercado, com seu famoso título líder absoluto de MMORPG: World of Warcraft. Agora tempos uma responsabilidade muito maior com uma audiência ainda mais ampla.”
“Isso não significa de maneira nenhuma que nós mudamos as nossas perspectivas de qualquer forma. Nós temos a mesma sensibilidade e nós continuamos sendo as mesmas pessoas que sempre fomos, apenas com muito mais trabalho sobre nossa direta responsabilidade. Nós aprendemos muito com a comunidade de jogadores. Eu acredito que existe uma boa colaboração de ambos os lados, mas permita-me dizer: Eles são muito espertos. Sempre que temos a chance de ouvir suas idéias, com certeza fazemos isso.”
Via | Games Industry

Ao jogar qualquer tipo de MMORPG, uma parte importante se trata de desenvolver nosso personagem, fazendo com que ele evolua derrotando inimigos e realizando uma série de missões certo? Normalmente a resposta para essas perguntas seria um claro “sim”, mas isso não se aplica ao personagem de World of Warcraft conhecido como Everblom.
Everblom pode parecer apenas mais um Druída Night Elf de nível 85 como milhares de outros espalhados por um dos servidores da Blizzard. Entretanto durante 5 longos meses, o jogador utilizou de algumas profissões do título como a única forma de adquirir experiência, sem matar nenhum único inimigo! Para aqueles que consideram essa façanha uma “perda de tempo”, o jogador diz ter se impressionado com o quanto pode explorar e conhecer durante sua jornada, acompanhem:
“Explorando cada centímetro do mapa, explorando em busca de locais para mineração, herbalismo e eventualmente arqueologia, em busca de cada ponto de experiência que você conseguir, realmente da a chance do jogador ver o mundo incrível que existe a disposição de uma maneira única e pessoal. Eu passei horas nadando pelos limites dos continentes para alcançar pontos extremos dos mapas, e eu vi TANTAS coisas novas com Everblom que realmente me fizeram ver o quanto valia a pena seguir jogando nesse personagem. Cada novo nível atingido era com se fosse uma grande conquista!”
Via | PC Gamer
Em entrevista ao site Charge Shot, o criador de CEO da Runic Games, Max Schaefer, comentou um pouco sobre a sequência de Torchlight, um jogo que fez muito sucesso em seu lançamento, no final de 2009, para o PC, Mac e Xbox 360. O jogo está disponível para Steam e para a Xbox Live Arcade.
Ao ser questionado se o estúdio pretende bater de frente com World of Warcraft em seu novo MMO, Schaefer dá uma resposta inteligente, mostrando que o estúdio quer aproveitar as possibilidades disponíveis: “Não acho que alguém faria assinaturas, porque a maioria já possui assinatura em WoW”.
O MMO de Torchlight está em produção desde 2009, mas ficou um pouco atrasada devido à produção de Torchlight II. Podemos esperar boas coisas desse jogo, pois Max Schaefer já tem um grande currículo na indústria, como fundador da Blizzard North, além de ser co-fundador da Flagship Studios e, lógicamente, da Runic Games.
Continuar lendo: Runic diz que não haverá assinatura mensal no MMO de Torchlight

Após a saida da Microsoft e a entrada na Activision, a Bungie, famosa produtora da série Halo, está em um projeto durante muito tempo, e agora começam a aparecer mais informações concretas sobre o que teremos em breve.
Durante o GDC, onde o estúdio participou de uma palestra, algumas pistas sobre o novo jogo foram deixadas à mostra. David Aldridge, da Bungie, disse que o rumor sobre eles desenvolverem uma espécie de “WoW” no espaço”, não passa de um rumor.
Entretanto, tal jogo seria sim um MMO, mas não com temática espacial. O estúdio já tinha comentado sobre um novo jogo que teria como base um motor de jogo inédito, que seria voltado para um universo online, e ele é descrito como um “Massively Multiplayer Action Game”.
Em uma tentativa de inibir o mercado negro que acontece em World of Warcraft, a Blizzard se juntou ao PayPal, o serviço de pagamentos online, para ameaçarem bloquear as contas das pessoas que realizam venda de ouro dentro do jogo, além como o comércio de outros itens.
Segundo a Blizzard, os jogadores que estão vendendo itens adquiridos no jogo estão vendendo a Propriedade Intelectual da empresa, e eles não irão deixar por isso mesmo. Esses jogadores estão no jogo apenas para vender itens e fazer dinheiro de verdade com tais aquisições.
O PayPal enviou uma notificação a todos os seus clientes que utilizam em WoW, alertando para que parem de realizar tais transações, ou suas contas serão canceladas. Não se sabe exatamente quanto dinheiro vivo já foi feito com esse tipo de prática, mas na China acredita-se que já tenha ultrapassado os US$ 500 milhões em transações feitas entre jogadores.
Via | Eurogamer
Depois que as mentes criaivas e fanáticas por World of Warcraft decidiram criar uma versão que misturasse o melhor de dois universos, Starcraft e WoW, o mod chamado “World of StarCraft” chamou a atenção da Bllizzard, de uma forma negativa.
O mod que tem até trailer (veja acima), ficou muito bem feito, e a Blizzard não gostou muito da idéia, dizendo que o responsável pelo mod está recebendo advertências de violação de direitos autorais, e estão tendo seus vídeos retirados da internet (aproveitem para ver enqaunto podem).
Em resposta, o modder responsável diz que quando se cria uma ferramenta que permite fazer qualquer coisa com o jogo, logo os jogadores se sentem motivados a criar algo novo com elas, e está aberto a críticas e sugestões. Mas está feliz com a sua criação, mesmo que os grandes criadores não estejam.
Via | CVG

Segundo um post publicado no Blog Raptr, serviço social que registra suas ações nos jogos, entre outras coisas, um jogador de World of Warcraft: Cataclysm conseguiu realizar a proeza de permanecer 149 horas conectado no jogo em apenas uma semana, algo que não é muito raro de acontecer no mundo dos MMORPGs, ainda mais sendo WoW.
Mais de 50% das horas totais de jogo foram geradas pelos jogadores top de WoW, que equivalem a 11% da base total de jogadores, onde cada sessão de jogo dura cerca de 2.1 horas. No dia do lançamento de Cataclysm, essa média era de 6.23 horas para cada jogador.
World of Warcraft impressiona com seus números, e no primeiro dia de Cataclysm, foram vendidas 3.3 milhões de cópias. O sucesso é grande, e atualmente só perde para jogos do Facebook, como CityVille.
Via | Eurogamer

Novidades boas aqueles que ficaram interessados na expansão de World of Warcraft lançada no começo do mês, hoje a Blizzard entrou com um programa de trial para Cataclysm, mas felicidade de pobre dura pouco.
Embora você possa testar o trial durante 10 dias, ele só estará disponível para usuários que já possuirem World of Warcraft e as duas primeiras expansões do título: The Burning Crusade e Wrath of the Lich King.
E mais:
“Note que é preciso ter um personagem com nível mínimo de 78 para explorar as novas zonas de high-level. Mais informações sobre o trial gratuito de 10 dias estão disponíveis no nosso FAQ. Aguardamos para vê-lo na nova Azeroth!”
Continuar lendo: Blizzard lança trial para World of Warcraft: Cataclysm